Renisa Maróstica
Saúde Intestinal

O intestino como pilar da saúde

Entenda de forma simples os componentes que fazem o intestino funcionar bem — e como eles se conectam a outras áreas do organismo.

Como funciona

Os pilares da saúde intestinal.

Microbiota intestinal

Comunidade de trilhões de microrganismos que vive no intestino, colaborando com digestão, imunidade e produção de nutrientes.

Digestão

Processo em que o alimento é transformado em partículas absorvíveis, envolvendo enzimas, bile e a ação da microbiota.

Barreira intestinal

Camada que separa o conteúdo do intestino do resto do organismo. Quando falha, favorece inflamação sistêmica.

Inflamação

Resposta natural do corpo. Quando persistente e silenciosa, contribui para diversas doenças.

Motilidade intestinal

Os movimentos que fazem o conteúdo do intestino avançar. Alterações geram constipação, diarreia e supercrescimentos.

Eixo intestino–cérebro

Comunicação bidirecional entre intestino e sistema nervoso, mediada por nervos, hormônios e microbiota.

Eixo intestino–pele

Alterações na microbiota e na barreira intestinal impactam a saúde da pele — acne, rosácea e dermatites, por exemplo.

Além do intestino

A relação do intestino com outras áreas da saúde.

Clique em cada tópico para entender a conexão.

Pele

Acne, rosácea, dermatite atópica e outras condições dermatológicas podem estar ligadas a disbiose, permeabilidade intestinal e inflamação de baixo grau.

Endometriose

Alterações da microbiota e inflamação sistêmica participam do quadro. Sintomas digestivos são frequentes em quem convive com a endometriose.

Saúde da mulher

Microbiota intestinal, ciclos hormonais, metabolismo estrogênico e sintomas pré-menstruais estão interligados.

Obesidade

A composição da microbiota influencia extração de energia dos alimentos, saciedade, inflamação e resposta ao tratamento.

Metabolismo

Resistência insulínica, dislipidemia e esteatose hepática têm relação estreita com a saúde intestinal e o eixo intestino-fígado.

Doenças autoimunes

Evidências crescentes ligam alterações da barreira e da microbiota intestinal ao desenvolvimento e curso de condições autoimunes.